Justiça suspende mototáxi por app em SP. E se menos carros resolvessem parte do problema?
“Alô, é do mototáxi? Não, é da Justiça mesmo!”
A novela do mototáxi por aplicativo em São Paulo ganhou mais um capítulo digno de “Vale a Pena Ver de Novo”. A Justiça paulista decidiu, de novo, suspender o serviço na capital. A desculpa da vez? Falta de regulamentação e risco pra galera no trânsito. E olha… talvez eles tenham um ponto.
Trânsito caótico ou só mal planejado?
De um lado, tem gente comemorando o bloqueio, como o prefeito Ricardo Nunes, que já tá quase abrindo um champanhe com o desembargador. Do outro, tem quem acredite que o mototáxi poderia ajudar a aliviar o trânsito infernal da cidade — aquele mesmo que faz você ouvir quatro episódios do podcast e ainda não sair da Marginal.
Agora, vamos pensar juntos, Zé Povinho style:
👉 Será que o problema é a moto em si, ou o trânsito já tá tão lascado que qualquer novidade assusta?
👉 Se tivessem menos carros na rua, a moto seria um vilão… ou um herói?
👉 Não seria mais fácil incentivar menos veículos e mais transporte leve, do que sair cortando tudo no grito?
Segurança ou exagero?
É claro que ninguém aqui quer virar estatística no jornal da noite. O Brasil já é campeão em acidentes de trânsito. Então, sim, regular o serviço é importante. Mas também dá pra pensar que, com uma boa fiscalização, daria pra incluir o mototáxi como uma opção rápida, barata e (por que não?) eficiente.
Sem falar que tem muito trabalhador que depende disso pra viver — e muito passageiro que só quer chegar logo sem virar presunto no BRT.
A culpa é da moto ou da falta de planejamento?
No fim das contas, a suspensão pode até fazer sentido por enquanto, mas deixa a pergunta no ar: se tivéssemos uma cidade planejada pra gente (e não só pra carro), será que esse serviço seria tão polêmico assim?
Enquanto isso, seguimos no embalo do buzinaço. Mas se depender da Justiça, por enquanto, é melhor ir de bike… ou de paciência.