Ozenpic-CEO

CEO demitido com Ozempic no corpo e concorrência na jugular! 💉

A canetada mais temida agora é da demissão, não do remédio

🧍‍♂️💼 Imagina ser CEO da empresa que virou febre com o remedinho que seca tudo… e sair pela porta dos fundos porque as ações derreteram mais que gordura com Ozempic? Pois é, foi exatamente o que rolou com Lars Fruergaard Jorgensen, o agora ex-CEO da Novo Nordisk.

💸 O remédio secou a gordura… e o valor de mercado

A Novo Nordisk estava surfando na crista do hype com o Ozempic e o Wegovy, mas parece que a maré virou com força. Em um ano, as ações da empresa despencaram 53%, fazendo evaporar US$ 300 bilhões em valor de mercado. Tá achando que é brincadeira? Nem se a gente comprasse todas as farmácias do Brasil em picolé de semaglutida.

Enquanto isso, a concorrente Eli Lilly veio com o Zepbound e o Mounjaro, tirando o doce (ou o remédio) da boca da Novo Nordisk.

👋 CEO pediu exoneração ou foi exonerado com carinho?

A empresa jura que foi tudo “em comum acordo”, mas a cara de “te chamo pra conversar e levo seu crachá de brinde” é inconfundível. 🤨 Lars estava na chefia desde 2017, e nesse tempo fez a empresa triplicar de valor. Mas bastou um tropeço com testes clínicos e uma concorrência afiada pra ele virar lembrança de PowerPoint nas reuniões.

🧪 Remédio da moda, efeito colateral: instabilidade

Enquanto as injeções de Ozempic continuam nos holofotes (e nos stories da galera), o que ninguém diz é que o mercado é cruel. Bastou a concorrência mandar ver com um produto similar (e talvez mais eficiente?) que o império começou a balançar.

🤔 Fica o questionamento:

  • Se uma empresa avaliada em trilhões treme nas bases por causa de um concorrente, imagina nós, meros mortais, lidando com boletos e estética?