Boneca, B.O. e barraco: caso de bebê reborn na Justiça dá ruim

🤱Boneca, B.O. e barraco: caso de bebê reborn na Justiça dá ruim

💼 Justiça nega licença-maternidade para cuidar de bebê reborn

É isso mesmo que você leu. Uma recepcionista de Salvador entrou com um processo trabalhista pedindo licença-maternidade para cuidar de sua filha reborn, a pequena Olívia de Campos Leite — uma boneca hiper-realista. A moça alegou vínculo afetivo real e exigiu 120 dias de folga, salário-família e, claro, respeito.

A empresa não só negou o pedido, como ainda, segundo ela, fez piada na frente dos colegas e soltou que ela “precisava de um psiquiatra, não de um benefício”. Resultado? A funcionária ficou pistola e entrou com ação pedindo rescisão indireta e R$ 10 mil de danos morais. Afinal, “ser mãe de boneca também é ser mãe”, disse ela.

🍼 “Minha filha é de vinil, mas meu amor é de verdade!”

A trabalhadora afirmou que o amor por Olívia (a bebê reborn) é profundo e legítimo. A boneca, segundo ela, é:

“Portadora de nome, vestida com ternura, acolhida nos braços e no seio emocional da autora.”

Tem gente que é mãe de pet, tem gente que é mãe de planta… e ela decidiu ser mãe de boneca. E, olha, segundo a advogada Vanessa de Menezes Homem, essa história de maternidade afetiva é séria e deve ser respeitada pelo Direito do Trabalho. 👩‍⚖️

Se você não conhece o conceito de bebê reborn, clica aqui pra entender o fenômeno.

⚖️ Mas aí o processo virou novela mexicana

Parecia só mais um pedido polêmico… até que o babado estourou. O nome do advogado José Sinelmo Lima Menezes apareceu nos autos, mas ele jurou de pé junto que não assinou nada. Disse que nunca nem viu a mulher, nem a boneca.

Resultado: pediu pra sair do processo e acusou a advogada de fraude. Pediu que o caso fosse investigado pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e OAB. E o juiz acatou tudinho.

👉 Pra quem quiser conferir, o processo é o 0000457-47.2025.5.05.0016, no TRT-5.

🧨 Deu ruim pra todo mundo

A repercussão foi tão intensa que a recepcionista pediu pra desistir da ação. Alegou risco à imagem, à honra e até à integridade física. A advogada também relatou perseguição, xingamento, Instagram hackeado… um verdadeiro caos.

Apesar disso, o juiz negou o segredo de justiça. Disse que se o caso virou debate público, não faz sentido esconder agora. E ainda soltou que o processo tinha problema até na base: a empresa processada nem existe mais desde 2014. 😮

A Justiça baiana negou licença-maternidade para uma mulher cuidar da filha… de vinil, e agora todo mundo envolvido vai ter que se explicar!

📎 O desfecho (ou seria o recomeço?)

O juiz mandou a PF, MPF e OAB investigarem as possíveis fraudes e condutas antiéticas. O advogado Sinelmo quer limpar o nome, a advogada Vanessa diz que foi mal interpretada, e a mãe da reborn… sumiu da mídia.

No final, o que era pra ser um simples pedido de folga virou um quebra-pau jurídico envolvendo crime, ética e uma boneca com nome composto. E o Brasil, como sempre, assistindo de camarote.

🧷 Conclusão: ser mãe de reborn é polêmico, mas fraude processual é B.O. real

Se a Justiça baiana negou licença-maternidade para uma mulher cuidar da filha… de vinil, ela também abriu a caixa de Pandora pra uma série de questões jurídicas novas: até onde vai a maternidade afetiva? E quando o direito à emoção vira piada?

Agora só nos resta acompanhar os desdobramentos e torcer pra que a Olívia esteja bem… guardada na caixinha dela.

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