PF descobre grupo que cobrava tabela pra matar autoridades

🚨 Mais caro que curso de coaching: tabela de preços para matar autoridades!

Sim, caro leitor, a criatividade do crime no Brasil acaba de ganhar um upgrade: agora temos “pacotes personalizados” para monitorar ou eliminar autoridades. E não, não estamos falando de filme de ação — é real e foi revelado pela nossa gloriosa Polícia Federal.

O que rolou?
A PF descobriu uma empresa de fachada, montada por um grupo de militares, especializada em espionagem e homicídios sob encomenda. Isso mesmo, meu povo: espionagem e homicídio, tudo no mesmo CNPJ.

E, pra melhorar, encontraram uma tabela manuscrita de preços, como se fosse menu de restaurante. Olha só as promoções:

  • Ministros do STF: R$ 250 mil
  • Senadores: R$ 150 mil
  • Deputados: R$ 100 mil
  • Pessoas comuns (sim, comuns!): R$ 50 mil

Ou seja: se você achava que a sua vida não valia nada… errou! Segundo os criminosos, tá ali ó: meio tanque de gasolina, dependendo do carro.

Como o grupo agia?
Com uma eficiência que deixaria qualquer filme de espionagem no chinelo, eles usavam:

  • Drones (afinal, tecnologia é tudo);
  • Prostitutas (porque clichê também é importante);
  • E outros métodos nada ortodoxos para vigiar os alvos.

Entre os “clientes” de interesse do grupo, estava o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. A PF ainda investiga se ele foi realmente espionado ou só ficou no “caderninho de metas”.

Quem comandava a parada?
O chefão do esquema seria o coronel da reserva Etevaldo Caçadini. O homem já estava preso, mas o STF, numa vibe “não aguento mais esse boy”, mandou outra ordem de prisão pra ele.

E o nome do grupo?
Prepare-se… Eles se autodenominavam:
“Comando C4: Caça Comunistas, Corruptos e Criminosos”.

Sim, nome digno de filme B, mas com consequências bem reais. A fachada era uma empresa de segurança privada, mas na prática, era um verdadeiro mercado negro da violência.

De onde começou essa treta toda?
A investigação começou após o assassinato do advogado Roberto Zampieri, em 2023. O celular da vítima entregou a rapaziada: indícios de um esquema de venda de sentenças judiciais, com potenciais conexões até no STJ.

Ou seja: não é só matar por encomenda, mas também ajeitar aquela sentença marota.

E agora, José?
O caso está nas mãos do ministro Cristiano Zanin, que já liberou:

✅ Mandados de prisão;
✅ Buscas;
✅ Monitoramento eletrônico.

E ainda tem mais: o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) foi acionado e pode ampliar as investigações, especialmente sobre a corrupção no Judiciário.

Resumo da ópera:
No Brasil, quem acha que já viu de tudo, sempre acaba surpreendido. Agora temos uma empresa de homicídios com tabela de preços, nome de clã de videogame, e atuação nível “filme ruim de ação”.

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