Rússia usa o Brasil como “laranja” para espiões: entenda esse rolê internacional digno de filme

Você acha que espionagem é só coisa de filme? Pois saiba que a Rússia andou usando o Brasil como laranja — sim, tipo aquele tio que empresta o nome pra abrir firma, mas versão hardcore: com passaporte, CPF e até sotaque afiado!

Segundo uma reportagem do The New York Times (sempre ele!), agentes russos passaram anos por aqui, montando vidas 100% “honestas”: abrindo empresas, namorando, aprendendo português (provavelmente melhor que muito brasileiro) e até fazendo networking. Mas tudo isso com um objetivo só: se infiltrar depois nos EUA, Europa ou Oriente Médio.

Como começou a bagunça: alerta gringo e PF na cola

Tudo começou em abril de 2022, quando a CIA — que não perde uma fofoca — mandou um alô pra Polícia Federal: “Galera, tem russo aí se passando por brasileiro e tentando estágio no Tribunal Penal Internacional”.

Coincidentemente (ou não), o tribunal começava a investigar os crimes de guerra russos na Ucrânia. Olha a treta!

E não parou por aí…

O caso mais bizarro: de empreendedor carioca a espião russo

No meio da confusão, surgiu a história de Gerhard Daniel Campos Wittich — ou, como a mãe russa o conhece, Artem Shmyrev.

Esse “empreendedor carioca” tinha contratos com empresas gigantes, tipo a TV Globo e até as Forças Armadas! Mas vivia como todo bom espião:

  • Nunca deixava o computador ligado na internet (paranoia ou protocolo?).
  • Vivia viajando sem dizer pra onde (quem nunca?).

Só que, quando a PF começou a desconfiar… PÁ! O cara simplesmente sumiu. Disse que ia passar um mês na Malásia e… nunca mais voltou. Clássico.

Operação Leste: o caça-espiões brasileiro

Foi aí que nasceu a Operação Leste — nome digno de série da Netflix —, focada em encontrar estrangeiros com documentação legítima, mas zero passado rastreável.

Resultado até agora:
✅ Pelo menos 9 agentes russos foram identificados como “brasileiros”.
2 deles foram presos.
✅ O resto? Sumiu no mundo como bons fantasmas diplomáticos.

E o clima? Ficou azedo…

Como você pode imaginar, essa treta não caiu nada bem… Investigadores e diplomatas ficaram com aquele gostinho de “traição” na boca, afinal, o Brasil sempre manteve uma relação amigável com a Rússia.

Agora, o caso virou um baita exemplo de como o Brasil, com seu jeitinho acolhedor, acaba sendo usado até como plataforma para missões clandestinas.

Moral da história?

Fica a lição: da próxima vez que um gringo for muito fluente em português, abrir um CNPJ e desaparecer na Malásia… desconfie! 😅

Fontes: